segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Maracanaú: O setor industrial de Fortaleza
Por Emilian Lima
É em Maracanaú que se localiza o
setor industrial de Fortaleza. Nesta região existem fábricas de todos os portes
e de diversos tipos de produtos, desde a fabricação de ferro até a de veneno.
A população, principalmente a jovem, sobrevive
dos empregos gerados por estas industrias que se utilizam principalmente da mão
de obra local, gerando emprego e renda. Assim, impulsionado por essas empresas,
Maracanaú cresce cada vez mais, fazendo com que a região seja valorizada. O que
traz grandes obras e investimentos, como por exemplo, a construção de um
condomínio de luxo, o Instituto Federal de Educação Ciências e Tecnologia do
Ceará (IFCE), Faculdades entre outros.
Porém, nem tudo é só felicidade,
devido ao crescimento desacerbado, mesma população que se beneficia da indústria,
também sofre, as fábricas foram crescendo de maneira tão desordenada que
atualmente temos fábricas praticamente dentro das casas, trazendo para os
habitantes problemas sérios de saúde, como os problemas respiratórios causados
pela fumaça expelida pelas chaminés das empresas, mesmo quando elas
possuem o filtro.
As indústrias são boas, geram
emprego e renda, mas não é por este motivo que devemos esquecer de cuidar do
meio ambiente. Sem uma boa qualidade de vida, as pessoas ficam cada vez mais doentes
o que atrapalha a vida das empresas, que precisam de pessoas saudáveis para
trabalhar. Já que o setor vem crescendo tão significativamente, deveriam
investir no meio ambiente e na qualidade
de vida da população que fica ao seu redor.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Charge - Brasil nas olimpíadas
Charge feita após a seleção feminina de futebol perder para as japonesas por 2x0, nas olimpíadas de Londres.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Brasil em Londres
Artigo de opinião
Estagiária Emilian Ferreira
A Olimpíada é um dos eventos
esportivos mais grandiosos do planeta. Milhares de atletas passam anos treinando
e sofrendo para que por um instante posam gravar o seu nome e o do país nesse
evento. Atualmente as olimpíadas estão sendo realizadas em Londres. O Brasil
está sendo representado por uma delegação formada por 259 atletas entre homens
e mulheres, distribuídos nos mais variados tipos de esportes.
Contudo, desde que as Olimpíadas
começaram o desempenho dos atletas não estão sendo um dos mais satisfatórios.
Na última olimpíada realizada em Pequim (2008) o Brasil ficou no 23° colocação,
com três medalhas de ouro, quatro de prata e oito de bronze, somando um total
de 15 medalhas.
Esperava-se que nesse ano o
desempenho fosse melhor, principalmente nos esportes coletivos, porém, o que
vemos até agora é, o vôlei feminino com um desempenho muito abaixo do seu potencial, a
seleção de futebol feminino desclassificado depois de derrota contra o Japão, e na natação até o momento os resultados não foram os esperados.
Ainda que os resultados
conquistados não sejam os melhores ainda temos a seleção masculina de futebol,
o vôlei de praia feminino e masculino o handebol feminino e a equipe de iatismo
que está a todo o vapor.
Esperamos que até o final das
competições possamos comemorar os resultados dos nossos brasileiros que com
muito esforço estão lá para mostrar o que podemos fazer. E que venha as
olimpíadas de 2016.
Amizade em tempos de eleição
Artigo de Opinião
Estagiária: Verussa Ribeiro
Estagiária: Verussa Ribeiro
Esses dias eu comecei a refletir sobre amizade em época de
eleição e simplesmente não cheguei a uma conclusão. Em período eleitoral os
ânimos ficam agitados e as discussões e brigas passam do habitual e do
tolerável para brigas campais.
Já presenciei pedras voando, xingamentos e pessoas que
chegam “às vias de fato” por terem candidatos diferentes.
Me pergunto: Se eu tenho o direito de votar porque eu não
tenho o direito de escolher o meu candidato?
Na verdade o que me chama atenção nessas confusões é que
partem de pessoas que cresceram juntas, são amizades de quase meio século, são
parentes, padrinhos e madrinhas, são parceiros de baralho, de bar... De vida.
Democracia existe para que o povo possa tomar decisões junto
com seus iguais, é assim que o país deveria funcionar. Pensar no coletivo,
pensar na sua cidade, pensar nos seus iguais, mas não é isso que acontece.
O egoísmo eleitoral já não é apenas do candidato, mas também
é daqueles que passarão a trabalhar para ele e com ele.
Há pessoas que pensam em “aproveitar”os lucros que os quatro
anos de mandato possam vir a lhe trazer e o pensamento de ajudar o próximo passa
a ser segundo plano, passa despercebido.
Na verdade nem os próprios candidatos diferenciam suas
amizades. Existem coligações e a sua oposição poderá ser seu parceiro futuro.
E como fica o eleitor que brigou com seu amigo que votou
naquela oposição? Vai se coligar também? Vai sentar e conversar sobre benefícios
futuros? E onde vão jogar baralho? Pra onde levarão seus afilhados? E cadê a
amizade? Onde foi parar essa amizade?
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Mulher falando de Futebol dá Jogo
Artigo de opinião
Estagiária Emilian Ferreira
Quando ligamos as nossas tv’s para assistir a um programa
esportivo, em um primeiro momento, acreditamos que ele será formado por um
conjunto de homens, já que segundo a crença popular, futebol é coisa de homem
pra homem, porém não é isso que estamos vendo atualmente.
As mulheres, estão cada vez mais assumindo seu lugar na
sociedade mostrando que ao contrário do que se acreditava, não servimos só pra
colocar a barriga no fogão. Somos cabeças pensantes e podemos exercer as mesmas atividades dos
homens desde que lutemos para isso, ou seja, já deveríamos esperar que um dia
nós também estaríamos falando do tão amado futebol.
Hoje em dia, a maioria dos programas voltados para a
temática possuí uma profissional, seja na produção, na edição, na apresentação ou cobrindo os jogos e até
mesmo comentando todos os fatos.
As mulheres começaram a se engajar nas editorias de esporte
na década de 70 e de lá pra cá, cada vez mais vemos esse número aumentar.
Analisando empiricamente as principais emissoras de canais aberto do país, que
tem em sua grade programas voltados para o mundo dos esportes, podemos observar
que elas estão tomando conta do jogo.
Sketch do Estagiário - Charge do Lula
Essa charge eu fiz após uma leitura na matéria do O Povo
Online, sobre a não possível vinda ao estado do Ceará do ex-presidente da
republica Luís Inácio Lula da Silva.
Opressor VS Oprimido: uma luta de gigantes
Crônica
Estagiária Verussa Ribeiro
O opressor caminha a passos medidos, passos contados, passos traçados. Ele chuta as pedras no seu caminho e esse caminho é o de todos os dias, lentamente explorado, por tantos séculos, uma caminhada quase sem obstáculos.
Enquanto o opressor caminha feliz e tranquilo, o oprimido fica onde está, ali, ciente do seu lugar, às vezes abre a boca, gesticula, emite sons... porém, não passam de sons.
Essa luta nunca terá fim?
O opressor sabe o poder que tem, o problema do oprimido é que ele não sabe as consequências devastosas que faria se tivesse consciência do seu poder.
Perdoe-me oprimido, mas sua alienação não te deixa ser mais do que o inconsciente, um manipulado, procurei em registros alguma forma de elogiá-lo por sua força... Percebi que poderosos é que derrubam poderosos...
Mas, sim, organize seus sons... Espere! Ouvi! Sim, sim me perdoe, é verdade... Greve, manifestações, luta, união. Ah! oprimido, se tu souberes o poder que tem... Se conscientize! Se humanize!
E olha quem está vindo lá! Os opressores, não mais caminhando, estão marchando, estão com tratores e rolos compressores, serão capazes de calar o oprimido que se humanizou?
Certamente que sim. Oh! Que pena. Corram oprimidos! Fujam! Mas o que eles pensam que estão fazendo de mãos dadas?
Seus opressores irão esmagá-los como folha de papel, a mesma folha que o opressor assinava suas ordens, a mesma folha capaz de mudar opiniões e gerar guerra entre poderes. Essa mesma folha que tem tantas palavras escritas, coesas, coerentes e revolucionárias, é a mesma que humanizou esse não mais oprimido que agora esta ai diante do seu opressor, de pé.
Recue opressor! Recue! Tu não podes mais chutar as pedras, terás que desviar teu caminho. Talvez encontre um igual, mas saiba que terás pedras que não podes apenas ignorar. As pedras existem e juntas se transformam em muralhas, entretanto você tem o poder e sabe como usar, é verdade, é uma pena.
Ex-oprimido não pare! Continue, haverão perdas, batalhas vencidas, perdidas, recrute seu exército.
Façam que leiam as palavras que estão naquela folha, junte todas as folhas possíveis, façam delas um livro, recrute, humanize, os ajude. Conte sua experiência, conte como fez sua revolução, faça-o lembrar de que é Homem e que tem orgulho.
Opressor, sei que esta observando, tão pronto a atacar na hora certa, o seu problema é não saber que poderosos derrubam poderosos e quando eles estiverem vindo à sua direção? Em que mão você vai segurar?
Estagiária Verussa Ribeiro
O opressor caminha a passos medidos, passos contados, passos traçados. Ele chuta as pedras no seu caminho e esse caminho é o de todos os dias, lentamente explorado, por tantos séculos, uma caminhada quase sem obstáculos.
Enquanto o opressor caminha feliz e tranquilo, o oprimido fica onde está, ali, ciente do seu lugar, às vezes abre a boca, gesticula, emite sons... porém, não passam de sons.
Essa luta nunca terá fim?
O opressor sabe o poder que tem, o problema do oprimido é que ele não sabe as consequências devastosas que faria se tivesse consciência do seu poder.
Perdoe-me oprimido, mas sua alienação não te deixa ser mais do que o inconsciente, um manipulado, procurei em registros alguma forma de elogiá-lo por sua força... Percebi que poderosos é que derrubam poderosos...
Mas, sim, organize seus sons... Espere! Ouvi! Sim, sim me perdoe, é verdade... Greve, manifestações, luta, união. Ah! oprimido, se tu souberes o poder que tem... Se conscientize! Se humanize!
E olha quem está vindo lá! Os opressores, não mais caminhando, estão marchando, estão com tratores e rolos compressores, serão capazes de calar o oprimido que se humanizou?
Certamente que sim. Oh! Que pena. Corram oprimidos! Fujam! Mas o que eles pensam que estão fazendo de mãos dadas?
Seus opressores irão esmagá-los como folha de papel, a mesma folha que o opressor assinava suas ordens, a mesma folha capaz de mudar opiniões e gerar guerra entre poderes. Essa mesma folha que tem tantas palavras escritas, coesas, coerentes e revolucionárias, é a mesma que humanizou esse não mais oprimido que agora esta ai diante do seu opressor, de pé.
Recue opressor! Recue! Tu não podes mais chutar as pedras, terás que desviar teu caminho. Talvez encontre um igual, mas saiba que terás pedras que não podes apenas ignorar. As pedras existem e juntas se transformam em muralhas, entretanto você tem o poder e sabe como usar, é verdade, é uma pena.
Ex-oprimido não pare! Continue, haverão perdas, batalhas vencidas, perdidas, recrute seu exército.
Façam que leiam as palavras que estão naquela folha, junte todas as folhas possíveis, façam delas um livro, recrute, humanize, os ajude. Conte sua experiência, conte como fez sua revolução, faça-o lembrar de que é Homem e que tem orgulho.
Opressor, sei que esta observando, tão pronto a atacar na hora certa, o seu problema é não saber que poderosos derrubam poderosos e quando eles estiverem vindo à sua direção? Em que mão você vai segurar?
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
“A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerantes”
Artigo de opinião
Estagiária Joyce Marçal
Essa frase do refrão da música da banda da década de 80, Engenheiros do Havaí, nos remete a uma reflexão ao gosto musical da juventude dos anos 2000.
É certo que vivemos em uma época de consumo exacerbado e que influência a música contemporânea, o que é triste para a música brasileira porque existem músicos produzindo boa música, mas não são prestigiados por não estarem na grande mídia.
A banda Engenheiros do Havaí criticava os jovens de sua época, mas pelo menos essa juventude criticava o governo, a miséria e a injustiça, o que a maioria da geração atual não consegue mais nem fazer, pois só pensam em consumir sem filtrar o que compram.
Esse consumo é instantâneo o que piora a situação, são bandas onde não conseguimos distinguir uma da outra, só mudam de nome e é sempre aquele mesmo tema de amor vazio e passageiro.
Aonde vamos chegar com essa indústria cultural que cada vez mais comete massificações musicais sem se preocupar com que essa geração vai deixar para as futuras gerações. Será que vamos ficar parados nos anos 80, nos lembrando o quanto foi boa àquela época?
Estagiária Joyce Marçal
Essa frase do refrão da música da banda da década de 80, Engenheiros do Havaí, nos remete a uma reflexão ao gosto musical da juventude dos anos 2000.
É certo que vivemos em uma época de consumo exacerbado e que influência a música contemporânea, o que é triste para a música brasileira porque existem músicos produzindo boa música, mas não são prestigiados por não estarem na grande mídia.
A banda Engenheiros do Havaí criticava os jovens de sua época, mas pelo menos essa juventude criticava o governo, a miséria e a injustiça, o que a maioria da geração atual não consegue mais nem fazer, pois só pensam em consumir sem filtrar o que compram.
Esse consumo é instantâneo o que piora a situação, são bandas onde não conseguimos distinguir uma da outra, só mudam de nome e é sempre aquele mesmo tema de amor vazio e passageiro.
Aonde vamos chegar com essa indústria cultural que cada vez mais comete massificações musicais sem se preocupar com que essa geração vai deixar para as futuras gerações. Será que vamos ficar parados nos anos 80, nos lembrando o quanto foi boa àquela época?
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A saúde publica cearense é lamentável
Artigo de opinião
Estagiária: Joyce Marçal
O sistema público de saúde do estado do Ceará é deplorável, os cidadãos cearenses passam meses esperando para conseguir uma consulta médica em hospitais públicos, além da descriminação existente nos hospitais particulares, devido o atendimento ser feito pelo SUS, os pacientes são atendidos pela “porta dos fundos”.
Quinta-feira passada, às 7 horas da manhã, eu fui me consultar em uma clínica de oftalmologia que minha mãe indicou, a consulta era 30 reais, um preço barato comparado a uma consulta particular. Ao chegar a clinica, falei com a atendente que me informou que eu seria atendida na sala que fica atrás da clínica.
Chegando ao lugar indicado, vi que a maioria dos pacientes era de idosos, e percebi que eles eram atendidos pelo SUS. Fiquei esperando três horas, para ser atendida, e na sala de espera, algumas pessoas começaram a comentar o quanto era difícil conseguir uma consulta pelo sistema público de saúde.
Uma senhora me falou, que uma vez teve que chamar um programa de televisão para sua mãe ser atendida, pois ela estava com dores no coração, e os atendentes alegaram não ter médicos pra atendê-la.
Uma senhora me falou, que uma vez teve que chamar um programa de televisão para sua mãe ser atendida, pois ela estava com dores no coração, e os atendentes alegaram não ter médicos pra atendê-la.
Fui atendida às 10 horas, eram alunos de oftalmologia que atendiam os pacientes, a sala de consulta era uma só para cada 5 pacientes, nos casos graves os oftalmologistas davam uma espécie de aula para os estudantes, eu me senti uma cobaia.
Essa experiência pra mim foi muito importante, porque só sabemos realmente como são determinadas situações quando passamos por elas. Veio-me uma reflexão, nosso país é a 8° economia do mundo, e ainda nos deparamos com problemas básicos, como o da saúde de nosso povo.
A importância da informação para conscientizar a população
Artigo de opinião
estagiário: Hugo Pessoa
estagiário: Hugo Pessoa
Existe um dito popular de que o povo brasileiro tem memória curta quando o assunto é política, mas o fato é que não se pode esquecer aquilo que nunca soube. O número de pessoas que, por diversos motivos, não acompanham as notícias, é alto o bastante para causar um impacto devastador, segundo dados do IVC( Instituto Verificador de Circulação), o número de leitores de jornais em 2009 é 4,8% menor em relação ao mesmo período no ano de 2008.
Quanto menos uma notícia é lida, menor é seu impacto, mas felizmente existem aqueles que não deixam as palavras perderem o poder de comunicar. O acesso aos jornais pela internet serviu para aumentar o número de leitores, porém, o uso da tecnologia ainda é um sonho para muitos brasileiros. O TSE fez uma pesquisa com 2 mil pessoas em 24 estados nas 5 regiões do país para identificar qual o veículo de comunicação é mais usado pelo brasileiro na busca por informações, a internet foi citada por 9,9% dos entrevistados, vencendo o jornal impresso que foi lembrado por 6,4%, mas o meio de comunicação campeão foi a TV com 56,6%, o que leva ao questionamento de até que ponto esse meio realmente é o mais adequado para conscientizar a população.
A realidade econômica de muitos brasileiros dificulta o acesso à informação, o salário mínimo, de R$ 510 reais, é insuficiente para a compra diária de jornais, pois o trabalhador precisa pagar as contas mais básicas como, por exemplo, as de alimentação, água e luz.
No dia 14 de Janeiro, o Diário do Nordeste trouxe uma notícia informando que o site Congresso em Foco fez um levantamento revelando os deputados federais que mais faltaram às sessões da câmara. Ciro Gomes, que foi proporcionalmente o mais votado com 667.737 votos, ficou em quarto lugar. Foram 188 faltas, com 147 justificadas e 41 sem justificativa. Em seus quatro anos de mandato, Ciro Gomes “não apresentou nenhum projeto de lei ou proposta de emenda constitucional”, conforme informou a matéria.
As barreiras que afastam o povo brasileiro do acesso à informação fazem com que pesquisas como essa, importantíssimas para servir de base no momento de escolher um candidato para ocupar um cargo político, sejam “esquecidas”, fazendo com que muitos políticos incompetentes consigam se reeleger.
Dada a importância da informação, os governos deveriam fornecer ao trabalhador, além da cesta básica e do vale transporte, algum tipo de vale jornal, garantindo a liberdade do trabalhador comprar o jornal que quiser.
Assinar:
Postagens (Atom)



